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Sinopse do primeiro episódio de Crawlers!

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          Sem qualquer enrolação, segue uma rápida sinopse do primeiro conto (ou episódio) da minha série, Crawlers!


          Uma terrível praga assola uma região da floresta de Wintstohr. As árvores murcham, os animais morrem sem causa aparente e o Povo da Floresta não ousa mais se aproximar do local. Ao mesmo tempo, um grupo enorme de humanóides reptilianos desce de seu lar nas montanhas e se instala na mata, começando uma onda de ataques aos vilarejos humanos próximos. Qual a terrível conexão entre esses eventos? Poderia a resposta envolver as antigas lendas do Povo da Floresta, a respeito de uma torre que foi destruída há muitos séculos atrás? E por que motivos ocultos um mago oferece ao nosso grupo de aventureiros uma grande quantidade de ouro para que eles investiguem isso?
         Todas essas respostas no primeiro episódio de... Crawlers!

Prévia de um conto de mistério.

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    Como ainda não publiquei nenhum conto meu neste blog, e o primeiro ainda pode demorar um pouquinho (começo na faculdade semana que vem), deixarei aqui uma pequena prévia, com direito a cena de abertura. A narrativa, sobre a investigação de uma série de crimes que parecem interligados, gira em torno de um detetive amargurado e perdido.




    Sem mais delongas, segue abaixo a cena de abertura do conto. Espero que gostem!


    "Um corpo jovem e esguio jazia nu sobre o chão de folhas mortas da floresta. Seus braços e pernas, escancaradamente abertos, estavam, como o resto do corpo, cobertos de sinais e marcas incomuns, gravados à faca. O sangue, já frio, empapava a terra, formando uma lama espessa, enquanto algumas folhas e liquens, derrubados das árvores pelo vento, se grudavam nas feridas.  A quantidade de sangue derramado havia deixado o corpo tão pálido que este se destacava do chão escuro da floresta e  parecia reluzir, com um brilho tétrico. Os olhos escancarados, apesar de já desprovidos de vida, pareciam ainda retratar os sentimentos de desespero, confusão e impotência que tomaram conta daquela jovem em seus últimos momentos de vida.


    Terminado seu trabalho, um vulto caminhou tranquilamente de volta à “selva de pedra”, entrou em seu carro e foi embora."


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